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Paralisia facial periférica: sintomas, causas e tratamento

Clínica de Otorrinolaringologia em Santo André.

Paralisia facial periférica: sintomas, causas e tratamento

O que é a paralisia facial periférica?

A paralisia facial periférica é uma condição em que ocorre a perda parcial ou total dos movimentos de um dos lados da face devido ao comprometimento do nervo facial (sétimo nervo craniano).

Esse nervo é responsável pelos movimentos dos músculos da expressão facial, além de participar da produção de lágrimas, saliva e da percepção do paladar em parte da língua.

Os sintomas costumam surgir de forma rápida e podem causar dificuldade para sorrir, fechar o olho ou movimentar a boca do lado afetado.

Embora seja uma condição que gera preocupação, muitos pacientes apresentam boa recuperação quando recebem diagnóstico e tratamento precoces.

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O que causa a paralisia facial periférica?

Em muitos casos, a causa exata não é identificada. A forma mais comum é conhecida como Paralisia de Bell, que pode estar relacionada à inflamação do nervo facial.

Outras possíveis causas incluem:

  • Infecções virais;
  • Herpes-zóster (Síndrome de Ramsay Hunt);
  • Otites;
  • Traumas;
  • Tumores da região do ouvido;
  • Cirurgias;
  • Doenças neurológicas;
  • Doenças inflamatórias.

Como existem diferentes causas, a avaliação médica é fundamental para definir o tratamento adequado.

Quais são os sintomas?

Os sintomas geralmente aparecem de forma repentina e afetam apenas um lado da face.

Os mais comuns são:

  • Dificuldade para sorrir;
  • Desvio da boca;
  • Dificuldade para fechar um dos olhos;
  • Redução das expressões faciais;
  • Sensação de peso na face;
  • Alteração do paladar;
  • Lacrimejamento excessivo ou olho ressecado;
  • Sensibilidade aumentada aos sons;
  • Dor ao redor da orelha em alguns pacientes.

A intensidade pode variar desde uma fraqueza leve até a ausência completa dos movimentos faciais.

Como diferenciar paralisia facial periférica de um AVC?

Essa é uma das principais dúvidas dos pacientes.

Na paralisia facial periférica, toda a metade da face costuma ser afetada, incluindo a testa e o fechamento do olho.

Já no AVC, frequentemente a pessoa consegue movimentar a testa, mas apresenta outros sinais neurológicos, como:

  • Fraqueza em braço ou perna;
  • Dificuldade para falar;
  • Alterações da sensibilidade;
  • Confusão mental;
  • Alterações da visão.

Como os sintomas podem ser semelhantes no início, toda perda súbita dos movimentos da face deve ser avaliada imediatamente por um médico.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado principalmente pela avaliação clínica.

Durante a consulta, o otorrinolaringologista analisa:

  • O padrão da fraqueza facial;
  • Os movimentos da testa;
  • O fechamento dos olhos;
  • A movimentação da boca;
  • A presença de dor;
  • Alterações auditivas;
  • Histórico recente de infecções.

Dependendo do caso, podem ser necessários exames complementares, como:

  • Audiometria;
  • Exames laboratoriais;
  • Ressonância magnética;
  • Tomografia computadorizada;
  • Outros exames quando houver suspeita de causas específicas.

Como é o tratamento?

O tratamento depende da causa da paralisia.

Pode incluir:

  • Medicamentos anti-inflamatórios prescritos pelo médico;
  • Antivirais em situações específicas;
  • Proteção dos olhos com colírios ou pomadas lubrificantes;
  • Fisioterapia facial;
  • Exercícios orientados;
  • Tratamento da doença de base quando identificada.

O início precoce do tratamento aumenta as chances de recuperação.

A paralisia facial periférica tem cura?

Muitos pacientes apresentam recuperação completa ou significativa ao longo das semanas ou meses.

O tempo de recuperação depende da causa, da gravidade da lesão e da rapidez com que o tratamento é iniciado.

Em alguns casos, pode permanecer algum grau de fraqueza ou movimentos involuntários da face.

É possível prevenir?

Nem sempre é possível prevenir a paralisia facial periférica.

Entretanto, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a reduzir o risco de sequelas e favorecem uma melhor recuperação.

Avaliação com especialistas

Alterações nos movimentos da face exigem avaliação médica imediata para identificar a causa e iniciar o tratamento mais adequado.

O atendimento é realizado pelo Dr. Caio Barbosa Campanholo e pela Dra. Milena de Almeida Torres Campanholo, médicos especialistas em otorrinolaringologia.

Conheça mais sobre a equipe na página Quem Somos.

Tratamento da paralisia facial periférica em Santo André

Na Campanholo Otorrino, pacientes com paralisia facial periférica recebem avaliação completa para identificar a causa do comprometimento do nervo facial e definir o tratamento mais adequado.

O consultório está localizado no Bairro Jardim, em Santo André, atendendo pacientes de toda a região do ABC Paulista.

Perguntas frequentes

O que é paralisia facial periférica?
É a perda parcial ou total dos movimentos de um dos lados da face causada pelo comprometimento do nervo facial.
Paralisia facial periférica é a mesma coisa que AVC?
Não. Embora possam apresentar sintomas semelhantes, são doenças diferentes. Toda alteração súbita dos movimentos da face deve ser avaliada imediatamente.
A doença tem cura?
Muitos pacientes apresentam recuperação completa, especialmente quando o tratamento é iniciado precocemente.
Quanto tempo demora para melhorar?
A recuperação varia conforme a causa e a gravidade, podendo ocorrer ao longo de semanas ou meses.
Posso ficar com sequelas?
Alguns pacientes apresentam recuperação completa, enquanto outros podem permanecer com algum grau de fraqueza ou alterações dos movimentos faciais.
O olho pode ficar ressecado?
Sim. Como pode haver dificuldade para fechar completamente a pálpebra, é comum a necessidade de proteção ocular durante o tratamento.
Quando devo procurar atendimento?
Sempre que surgir perda súbita dos movimentos da face, dificuldade para fechar um dos olhos ou desvio da boca. Se houver também dificuldade para falar, fraqueza nos braços ou pernas ou outros sintomas neurológicos, procure atendimento de emergência imediatamente.

Agende sua avaliação

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Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica. O diagnóstico e o tratamento devem ser definidos por um otorrinolaringologista após avaliação individual.