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Labirintite: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento

Clínica de Otorrinolaringologia em Santo André.

Labirintite: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento

O que é labirintite?

A labirintite é uma inflamação do labirinto, estrutura localizada no ouvido responsável pelo equilíbrio e que também participa do processo da audição. Embora o termo seja bastante conhecido, nem toda tontura ou vertigem significa labirintite.

Na prática, muitas pessoas utilizam a palavra “labirintite” para descrever qualquer episódio de tontura, porém existem diversas doenças do labirinto que podem causar sintomas semelhantes. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para definir o tratamento mais adequado.

Conheça também outras doenças dos ouvidos.

O que causa a labirintite?

A labirintite pode ter diferentes causas, sendo as mais comuns:

  • Infecções virais;
  • Infecções bacterianas, menos frequentes;
  • Complicações de infecções do ouvido;
  • Traumas;
  • Alterações inflamatórias;
  • Algumas doenças autoimunes, em casos específicos.

Além disso, diversas condições podem provocar tontura sem representar uma inflamação do labirinto, como a VPPB, a doença de Ménière e a enxaqueca vestibular.

Quais são os sintomas da labirintite?

Os sintomas costumam surgir de forma repentina e podem variar em intensidade.

Os mais comuns incluem:

  • Vertigem (sensação de que tudo está girando);
  • Tontura intensa;
  • Desequilíbrio;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Sensação de instabilidade;
  • Movimentos involuntários dos olhos (nistagmo).

Dependendo da causa, também podem ocorrer:

  • Zumbido;
  • Redução da audição;
  • Sensação de pressão no ouvido.

Os sintomas podem durar horas ou dias, variando conforme o diagnóstico.

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Toda tontura intensa ou recorrente deve ser avaliada.

Procure atendimento principalmente quando houver:

  • Primeira crise de vertigem;
  • Episódios repetidos;
  • Perda auditiva;
  • Zumbido;
  • Quedas;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Sintomas persistentes;
  • Náuseas e vômitos intensos.

Caso a tontura venha acompanhada de fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, perda de consciência ou alterações visuais importantes, é necessário procurar atendimento de emergência imediatamente, pois pode haver outras causas além das doenças do labirinto.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado pelo otorrinolaringologista por meio da história clínica e do exame físico.

Durante a consulta são avaliados:

  • Tipo da tontura;
  • Duração das crises;
  • Presença de perda auditiva;
  • Zumbido;
  • Fatores desencadeantes;
  • Histórico de infecções ou doenças anteriores.

Dependendo da avaliação, podem ser solicitados exames como:

  • Audiometria;
  • Imitanciometria;
  • Videonistagmografia (VNG);
  • Testes vestibulares;
  • Exames laboratoriais;
  • Ressonância magnética em casos selecionados.

Como diferentes doenças apresentam sintomas semelhantes, a investigação individualizada é fundamental.

Como é o tratamento da labirintite?

O tratamento depende da causa da inflamação e dos sintomas apresentados.

Entre as opções estão:

  • Medicamentos para controlar vertigem e náuseas;
  • Tratamento da causa identificada;
  • Reabilitação vestibular;
  • Hidratação;
  • Repouso durante a fase aguda, quando indicado.

Após a melhora da crise, muitos pacientes se beneficiam de exercícios específicos para acelerar a recuperação do equilíbrio.

O tratamento deve sempre ser orientado pelo especialista.

A labirintite tem cura?

Na maioria dos casos, os sintomas melhoram completamente com o tratamento adequado.

Entretanto, quando a tontura é causada por outras doenças do labirinto, o acompanhamento pode ser necessário para controlar novas crises e preservar a qualidade de vida.

É possível prevenir?

Nem todos os casos podem ser prevenidos, mas algumas medidas ajudam a reduzir o risco de problemas relacionados ao labirinto:

  • Tratar adequadamente infecções do ouvido;
  • Controlar doenças crônicas;
  • Manter boa hidratação;
  • Dormir bem;
  • Evitar automedicação;
  • Procurar avaliação médica diante de tonturas recorrentes.

Avaliação com especialistas

A tontura pode ter diversas causas e nem sempre está relacionada à labirintite.

O Dr. Caio Barbosa Campanholo e a Dra. Milena de Almeida Torres Campanholo realizam a investigação completa das alterações do equilíbrio para identificar a origem dos sintomas e indicar o tratamento mais adequado.

Conheça mais sobre a equipe na página Quem Somos.

Tratamento da labirintite em Santo André

Na Campanholo Otorrino, pacientes com tontura, vertigem e alterações do equilíbrio recebem avaliação especializada para identificar a causa dos sintomas e definir o tratamento mais adequado.

O consultório está localizado no Bairro Jardim, em Santo André, atendendo pacientes de toda a região do ABC Paulista.

Perguntas frequentes

Toda tontura é labirintite?
Não. Existem diversas doenças que podem causar tontura e vertigem. A labirintite é apenas uma delas.
Labirintite causa perda auditiva?
Pode causar em alguns casos, principalmente quando a inflamação acomete estruturas relacionadas à audição.
Quanto tempo dura uma crise de labirintite?
Depende da causa. Algumas crises duram horas, enquanto outras podem persistir por alguns dias.
Labirintite pode voltar?
Sim. Dependendo da causa da tontura, novos episódios podem ocorrer, tornando importante o acompanhamento médico.
Estresse causa labirintite?
O estresse não costuma provocar inflamação do labirinto, mas pode agravar sintomas vestibulares ou favorecer crises em algumas doenças.
Existe exame para confirmar a labirintite?
Não existe um único exame que confirme todos os casos. O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e, quando necessário, em exames complementares.
Quando devo procurar atendimento de urgência?
Sempre que a tontura vier acompanhada de dificuldade para falar, fraqueza em um lado do corpo, perda de consciência, alterações importantes da visão ou dor de cabeça intensa e diferente do habitual.

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Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica. O diagnóstico e o tratamento devem ser definidos por um otorrinolaringologista após avaliação individual.